Democracia Digital

Destruição criativa: nada é mais poderoso do que uma ideia cujo tempo chegou

Destruição criativa é o processo de inovação em que algo mais moderno surge e por seu próprio mérito substitui algo antigo. Foi assim com as carroças quando surgiram os carros, com as máquinas de datilografar sucumbindo aos computadores e com os lampiões de querosene substituídos por lâmpadas elétricas.

E assim será com os partidos tradicionais do Poder Legislativo com a chegada da Democracia Digital. Pluralidade partidária (não descartando candidaturas avulsas) só fará sentido em relação ao Poder Executivo.

– Se você pudesse escolher entre decidir diretamente questões de seu interesse ou delegar essa decisão para terceiros, o que você faria?

Veja: é quase tão óbvio quanto perguntar se você prefere uma lâmpada elétrica ou um lampião a querosene.

A democracia representativa deixou de atender as necessidades sociais. É preciso então um paradigma que a substitua, para que o político aja visando o interesse coletivo, ao invés de somente o próprio.

Com um modelo de funcionamento simples, mas extremamente efetivo, a Democracia Direta torna seus representantes eleitos  instrumentos para a manifestação da vontade popular expressa nas votações eletrônicas dos filiados. Ou seja, retira a discricionariedade dos eleitos para votarem o que quiser e vincula seus votos aos resultados das votações eletrônicas do partido.  É por isso que o foco não é “o que se vota”, mas unicamente “o como se vota”.

O projeto do partido conta, em seu favor, com a força de sua própria concepção; é a destruição criativa, onde um modelo termina por ter outro melhor para substituí-lo. Evolução.

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